quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

AJUDA AO HAITI

Os recursos serão destinados às ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo haitiano. Só no Brasil, através da Cáritas Brasileira, já foram arrecadados R$ 1.331.717,00. Deste total, R$ 500 mil já foram enviados na última semana.
A previsão da Cáritas Internationalis é que, em dois meses, 200 mil pessoas tenham sido ajudadas no Haiti com as doações de Cáritas.
Neste fim de semana (30 e 31), a equipe da Cáritas, provenientes de várias partes do mundo, iniciou os trabalhos de planejamento junto à Cáritas Haiti em Porto Príncipe. O objetivo foi conhecer a estrutura que a Cáritas haitiana ainda tinha para implementar a “chamada imediata de emergência” de maneira que assegure a ajuda humanitária de forma qualitativa. De acordo com Hector Hanashiro, coordenador de emergências da Cáritas para a América Latina e o Caribe, todas as pessoas que trabalharão como voluntárias ou contratadas deverão ter o acompanhamento direto do pessoal da Cáritas Haiti equivalente à função.
Técnicos em saúde, logística, distribuição, saneamento e água estão sendo solicitados às Cáritas de todo o mundo para compor a equipe no Haiti. Contadores também se integrarão aos profissionais requisitados para que “se possa assegurar, desde o princípio, a responsabilidade e a transparência financeira com as doações enviadas”. “É importante esclarecer que os fundos arrecadados serão utilizados para oferecer uma resposta de alta qualidade, sob os requisitos dos doadores e do sistema interno da Cáritas Haiti, que já está definindo estes detalhes”, disse Hanashiro em comunicado à Cáritas Brasileira.
As necessidades urgentes, segundo Hanashiro, continuam sendo alimentação, saúde, água potável, saneamento e abrigos. Há ainda problemas com grupos importantes de mulheres grávidas, crianças órfãs, famílias com algum desaparecido ou ferido que foi enviado a outras localidades, incluindo hospitais na República Dominicana. “Dada a quebra da economia haitiana, é imperativo gerar imediatamente formas de trabalho temporário e, em longo prazo, emprego sustentável”, alertou ele.
O Brasil também responde Em carta divulgada, o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, e o presidente da Cáritas Brasileira, Dom Demétrio Valentim, conclamam todas as comunidades eclesiais, paróquias e dioceses a promoverem orações e coletas em dinheiro para as vítimas do desastre.
As doações em dinheiro podem ser feitas nas seguintes contas bancárias: - Banco do Brasil - Agência: 3475-4; Conta Corrente: 23.969-0; - Caixa Econômica Federal - OP: 003; Agência:1041; Conta Corrente:1132-1; - Banco Bradesco - Agência: 0606 ; Conta Corrente: 70.000-2. CNPJ da Cáritas Brasileira: 33.654.419/0001-16
Outras informações no site www.caritas.org.br Fonte: Cáritas Brasileira

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Estreia do Reitor-Mor para a Família Salesiana 2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

Dia Missionário Salesiano 2010

Eu, cigano salesiano

Meu nome é Salvatore Policino. Tenho 27 anos. Venho de Vasto. Sou salesiano há seis anos. Um pouco mais. Sou cigano dos Abruzzi (Itália): o primeiro até agora na Itália a optar por seguir Jesus Cristo caminhando nas pegadas de Dom Bosco. Meu pai é rom e minha mãe cági. Eles decidiram construir, com a sua vida e com o auxílio de Deus, um lindo projeto de amor: e nele entramos a fazer parte também eu e minha irmã. Fui batizado poucos meses depois de nascer. Depois, eu e a Igreja fizemos uma longa pausa de reflexão. Pausa que durou quase 15 anos. Durante o primeiro ano de ‘escola média’ conheci um salesiano. Não sabia bem exatamente o que fossem os salesianos. Mas era um padre diferente dos demais: falava de Jesus lendo a vida de todos os dias com o Evangelho. Mas sempre um sacerdote, é claro. (Naquele tempo não me interessava muito por padres, igreja, oração...) Depois de alguns anos em que vivia a maior parte do meu tempo livre na rua, com uma turma de amigos “muito vivazes” (tanto os rom quanto os cági), indo ao encalço dos mitos da honra (mas da honra fruto da violência, da força física, da desordem: fruto da astúcia que desconfia do outro e cujo lema é “Engane seu próximo antes que ele engane você!”), aos 15 anos acabei aportando no oratório. Então já tinha vivido a maior parte das experiências que a rua e a inquietação juvenil nos possam oferecer. Chegando no oratório, reencontrei aquele salesiano do curso médio e um jovem clérigo, dos quais me tornei amigo. Via que eles se interessavam seriamente por minha pessoa e que, para além de qualquer preconceito racial, queriam saber quem eu era, por que eu criava tantas dificuldades para viver de modo mais transparente. No oratório encontrei um ambiente que não era lá muito mais diferente daquele da rua naquilo que se referia a preconceitos sobre os ciganos – se desaparecia alguma coisa, eu era o primeiro a ser indagado e ter que dar explicações! –, mas que de qualquer forma era um ambiente sereno, capaz de mostrar que se pode realmente mudar de vida, se pode realmente fazer uma caminhada de integração. De síntese. De síntese entre o que há de melhor das diversas culturas. Em dois anos recuperei a caminhada da catequese de um jeito todo particular, para a primeira eucaristia, recebida aos 17 anos. Com o encarregado do oratório fizemos uma caminhada semanal de um ano: eu falava da cultura cigana ou das experiências feitas na rua, ele me ajudava a lê-las com o Evangelho, aprendendo a descobrir o que agrada a Deus e o que é preciso... deixar morrer. Para a Crisma, recebida aos 18 anos, o Diretor, que era também Pároco, vistas as minhas experiências anteriores, decidiu que era melhor para mim preparar-me junto com os adultos, enfrentando a catequese feita à luz da leitura continuada do Evangelho de são João (também nesta experiência pude ler a minha vida à luz da Palavra). Depois os salesianos – enquanto terminava o último ano de contabilidade e me questionava sobre o futuro – convidaram-me a freqüentar o grupo vocacional da Inspetoria. Quando meus pais souberam de minha opção de querer-me seriamente questionar se Deus me queria salesiano ou não, aceitaram com alegria e serenidade a caminhada que eu queria fazer. Foi assim que no dia 11 de setembro de do 2001 empreendi a minha caminhada: e estou ainda aqui a falar convosco. Faz dois meses que fiz a Profissão religiosa perpétua. E caminho decididamente! Fonte: Formação Missionária do SDB. Para acessar o conteúdo completo clique aqui!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

MENSAGEM DO REITOR-MOR

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mensagem de Bento XVI para o dia Mundial da Paz

O papa Bento XVI divulgou a Mensagem para a celebração do Dia Mundial da Paz, que acontece no próximo dia 1º de Janeiro de 2010. Com o tema “Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação”, o pontífice enfatiza no texto a importância de respeitar a natureza, já que trata-se do “princípio e o fundamento de todas as obras de Deus”. Bento XVI alerta para a crescente degradação ambiental que faz com que “vários países e regiões da terra, experimentem dificuldades cada vez maiores, porque muitos se descuidam ou se recusam a exercer sobre o ambiente um governo responsável”. Outro ponto frisado no texto é a questão da economia, que, segundo o pontífice “tem consequências de caráter moral”. Sobre as mudanças climáticas, o papa chama a atenção para o uso de estratégias de desenvolvimento centradas em políticas idôneas para “a gestão de florestas, o tratamento do lixo, a valorização das sinergias existentes no contraste às alterações climáticas e na luta contra a pobreza”. Ainda segundo o pontífice “a mesma atenção se deve prestar à questão, hoje mundial, da água e ao sistema hidrogeológico global, cujo ciclo se reveste de primária importância para a vida na terra [...]”.

sábado, 28 de novembro de 2009

VISITA DA URNA EM CURITIBA

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